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Semana da Engenharia Agronômica - Entrevista André Nave

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André Nave é engenheiro agrônomo e diretor da Bioflora, empresa que desenvolve e monitora projetos de restauração florestal.





1. Como você chegou onde está hoje? O que o levou a fazer engenharia agronômica? Qual sua trajetória? Qual sua área de atuação?Para falar a verdade, estava um pouco perdido na época do vestibular, embora tivesse afinidade com a área das ciências biológicas. Em 1987, nas vésperas de prestar vestibular, me interessei por oceanografia, principalmente por ver ali uma carreira de aventura, que não cairia na mesmice. Fui aprovado no Rio Grande do Sul, mas abandonei o curso após um ano e meio. Durante este período, morava numa república com um amigo de Piracicaba, que comentou da ESALQ. Conheci o campus e me apaixonei, mudei do mar para terra. Uma grande mudança, mas que acredito ter uma similaridade, pois ambos são ambientes em que é possível produzir.Vale lembrar que a ESALQ, fundada como uma faculdade de agronomia, possui uma das primeiras áreas restauradas do Brasil…

Semana da Engenharia Agronômica - Entrevista Ana Carolina Cardoso de Oliveira

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Ana Carolina Cardoso de Oliveira. Engenheira Agrônoma formada pela UFSCar, Mestre em Agricultura e Ambiente (UFSCar) e Doutoranda em Recursos Florestais (USP). Membro do Laboratório de Silvicultura e Pesquisas Florestais (LASPEF – UFSCar/CCA), atua em pesquisas voltadas para restauração ecológica, mais especificamente com restauração da vegetação herbácea do Cerrado, ecologia de sementes e produção de mudas de gramíneas nativas.Contatos: accdeoliveira@usp.br ou accdeoliveira@gmail.com Lattes

1. O que te levou a fazer agronomia? Qual sua trajetória? Qual sua área de atuação? Como você chegou onde está hoje?

Me interessei desde o ensino médio pela agronomia, quando tinha aulas de geografia e minha professora falava das funções de engenheiros agrônomos enquanto explicava solos. E comecei a pesquisar sobre a profissão, assistir ao Globo Rural e ler muitas coisas relacionadas a agricultura. Minha família não tem raízes rurais recentes, então tive que me aprofundar sozinha nessas questões. Lem…

Engenheiros Agrônomos: uma carreira dedicada a produzir e conservar

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Por Taísi Bech Sorrini
A relação do homem com o seu meio, especialmente com a terra, sempre foi bastante intensa e profunda. É dela que, desde a pré-história, o ser-humano obtém suas principais fontes de sobrevivência: alimentos, matérias-primas ou insumos. 
Além da geração de múltiplos benefícios - por exemplo sentimento de pertencimento ao espaço, interações sociais, abastecimento alimentar, produção de bens e utilidades e criação de tecnologias - essa conexão histórica também motivou a formação de um pensamento desenvolvimentista e de uma atitude produtivista, levando a expansão desenfreada das fronteiras agrícolas e gigantescas degradações ambientais. Elucidadas pelos desmatamentos e degradação de recursos naturais ao longo das superexplorações durante os ciclos econômicos, como os da cana-de açúcar e café.
Dessa forma, a fim de equilibrar a produção agropecuária e a conservação ambiental, tornou-se essencial a capacitação e qualificação de profissionais atuantes na área rural, em es…

Mês da Ecologia - Entrevista Rafael Chaves

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Rafael Chaves. Ecólogo formado na Unesp - Rio Claro em 2008, voltou à academia (IB-USP) para cursar o doutorado em 2018. Especialista ambiental da Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente do Estado de São Paulo (SIMA-SP) desde 2009, dirigiu o Centro de Restauração Ecológica entre 2010 e 2018. Chegou ao mundo da restauração há 15 anos, e atualmente é conselheiro do Pacto pela Restauração da Mata Atlântica e presidente da Sociedade Brasileira de Restauração Ecológica (SOBRE).

1. Como você chegou onde está hoje? O que te levou a fazer Ecologia? Qual sua trajetória? Qual sua área de atuação?Um dos ambientes centrais em meu interesse pela ecologia foi a região das veredas do triângulo mineiro, terra do meu pai, e da minha avó raizeira e contadora de causos. As histórias de fazenda, com matas e onças, contrastavam com o ambiente urbano da São Paulo em que cresci. Morava no Butantã, um bairro ainda relativamente provinciano da capital, mas observava como a verticalização transformava rapi…

Mês da Ecologia – Entrevista Ricardo Bovendorp

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Ricardo Bovendorp. Ecólogo pela UNESP, doutor em Ciências (Ecologia Aplicada) pela ESALQ – USP e atualmente é professor visitante da Universidade Estadual de Santa Cruz – UESC. Possui conhecimento em História natural, Biologia da Conservação e Modelagem. Em sua linha de pesquisa busca entender como as perturbações humanas: defaunação, fragmentação florestal e mudanças climáticas afetam a ocorrência e distribuição de mamíferos.O que te levou a fazer ecologia? Qual sua trajetória? Qual sua área de atuação? Como você chegou onde está hoje?Quando eu era criança meu avô comprou um pedaço de terra em Minas Gerais, e eu lembro de frequentar essas terras desde muito pequeno, andando pelas matas em busca de aventuras e registros de animais. Meu avô não tinha intenção de exploração agrícola na área, pois era um apaixonado pela natureza e conservava toda a floresta. Quando eu era adolescente fui morar na Bahia por conta do trabalho da minha mãe, e morando perto do mar pude conhecer outras beleza…

Mês da Ecologia – Entrevista Helena Dutra Lutgens

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